Meu nome é Sandro Roberto Hoici, médico urologista a 14 anos em Nova Andradina, eleito vereador em 2008. Criei este blog para tratar de assuntos de saúde e também prestar contas sobre meu trabalho na Câmara Municipal.

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“O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude, e o realista ajusta as velas.”
por Anônimo

Datas Comemorativas

18
jun

Dia da Imigração Japonesa – 18 de Junho

Legenda: "Kasato maru no toochaku wa kyo de 102 shuunen" Chegada do Kasato Maru completa 102 anos hoje No dia 18 de junho comemora-se o Dia Nacional da Imigração Japonesa. A data comemorativa foi instituída em 26 de julho de 2005, sob a Lei nº 11.142.
A data foi escolhida por ser o dia em que oficialmente os primeiros imigrantes japoneses chegaram ao Brasil em 1908. Assim, este ano, completou-se 102 anos da Imigração Japonesa no Brasil.

História da Imigração Japonesa

Monumento em homenagem a imigração japonesa (Santos-SP) Desde o fim do século XIX, o Japão atravessava uma crise demográfica, com o fim do feudalismo e o início da mecanização da agricultura. A população do campo passou a migrar para as cidades, para fugir da pobreza e as oportunidades de emprego tornaram-se cada vez mais raras, formando uma massa de trabalhadores rurais miseráveis.

O Brasil, por sua vez, apresentava falta de mão-de-obra na zona rural. Em 1902, o governo da Itália proibiu a imigração subsidiada de italianos para São Paulo (a maior corrente imigratória para o Brasil era de italianos), deixando as fazendas de café, principal produto exportado pelo Brasil na época, sem o número necessário de trabalhadores. O governo brasileiro precisava encontrar uma nova fonte de mão-de-obra.

Nesse período, os japoneses foram proibidos de imigrar para os Estados Unidos, em razão da I Guerra Mundial, e não eram bem recebidos na Austrália e no Canadá. O Brasil tornou-se, então, um dos poucos países no mundo a aceitar imigrantes do Japão.

A grande imigração nipônica

Cartaz de propaganda da imigração de japoneses para o Brasil Nos primeiros sete anos de imigração japonesa, chegaram ao Brasil 3.434 famílias, ou seja, quase 15 mil pessoas. Entre 1917 e 1940, foram mais 164 mil japoneses, dos quais 75% para São Paulo. A maior parte dos imigrantes chegou no decênio 1920-1930, mas o foco não era mais apenas as plantações de café. Eles também buscavam trabalho no cultivo de morango, chá e arroz.

Com o fim da I Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes japoneses para o Brasil cresceu enormemente em razão do incentivo do governo japonês, que via crescer a pobreza e o desemprego no país devido à superlotação das cidades japonesas. O governo japonês também queria a expansão da etnia e da cultura para outros lugares do mundo, especialmente nas Américas, a começar pelo Brasil.

Enriquecer e voltar

A maioria dos imigrantes japoneses tinha a pretensão de enriquecer no Brasil e voltar ao Japão em, no máximo, três anos. O enriquecimento rápido em terras brasileiras, porém, mostrou-se um sonho quase impossível. Além dos baixos salários, os imigrantes ainda tinham descontado do pagamento a passagem e precisavam comprar tudo o que consumiam do fazendeiro para quem trabalhavam. Em pouco tempo estavam endividados.

A geração nascida no Japão foi a que teve mais dificuldade de adaptação ao Brasil em razão do idioma, hábitos alimentares, vestuário, modo de vida e diferenças climáticas encontradas.

Como pretendiam voltar ao Japão, os imigrantes não se preocupavam em se integrar ao Brasil. Por isso, uma parcela considerável nunca aprendeu a falar o português.

Em seguida, graças a um sistema de parceria com o fazendeiro, muitos japoneses conseguiram comprar seus primeiros pedaços de terra. Após algum tempo de plantação, o imigrante tinha o direito de receber uma parcela da terra. Isso resultou na permanência definitiva de muitos imigrantes no Brasil.

A primeira geração nascida aqui não era muito diferente dos pais. Ainda dominados pelo desejo de regresso ao Japão, os imigrantes educavam seus filhos dentro da cultura japonesa. As crianças freqüentavam escolas japonesas fundadas pela comunidade e a predominância do meio rural facilitou esse isolamento. Cerca de 90% dos filhos de japoneses falavam japonês em casa.

Já a segunda geração de japoneses no Brasil viu, definitivamente, sepultada a esperança de retornar ao Japão. A eclosão da II Guerra Mundial abalava a terra natal e era mais seguro permanecer no Brasil. Muitos imigrantes começam a chegar neste período, atraídos por parentes que já tinham imigrado. Na década de 1930, o Brasil já abrigava a maior população de japoneses fora do Japão.

Traços mestiços

A partir da terceira geração no Brasil, os descendentes de japoneses passaram a se abrir definitivamente à sociedade brasileira. Os avós imigrantes trabalharam duro no campo para que seus filhos e netos tivessem futuro no Brasil. Na década de 1960, os japoneses saíram do campo e rumaram para as cidades para concluir os estudos. O principal destino foi São Paulo, que se tornou a cidade com maior número de japoneses fora do Japão.

A partir da década de 70, o isolamento étnico começou a se deteriorar e a miscigenação passou a fazer parte da realidade da colônia japonesa no Brasil. Atualmente, cerca de 61% dos bisnetos de japoneses têm alguma origem não-japonesa. Os traços mestiços predominam entre esta nova geração, já integrada ao Brasil.

Os vínculos com o Japão ancestral, porém, são menores. Para se ter uma idéia, a maioria não fala ou conhece pouco do idioma japonês.

Gerações

Atualmente, a colônia japonesa no Brasil está dividida em:

  • Isseis (japoneses de primeira geração, nascidos no Japão): 13%
  • Nisseis (filhos de japoneses): 31%
  • Sanseis (netos de japoneses): 41%;
  • Yonseis (bisnetos de japoneses): 13%

Além do Estado de São Paulo, a colônia japonesa também tem forte presença nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Pará.

Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/imigracaojaponesa/historia.php

11
mai

Câmara homenageia mães em sessão solene

A noite desta segunda-feira (10/05) na Câmara de Nova Andradina foi marcada pela celebração do Dia das Mães, em sessão solene que homenageou mulheres de destaque do município. Proposta pelo presidente da Casa, vereador Adriano Palopoli, a sessão foi aberta pelo Coral Jovem da Igreja Adventista e abençoada pelo pastor Mariano, que destacou o papel histórico das mães.

Indicadas por cada um dos vereadores, pela Deputada Dione Hashioka e pelo prefeito Gilberto Garcia, a história de cada uma das homenageadas foi levada aos convidados, seguida pela entrega das homenagens. A história das homenageadas tem em comum o amor de mãe que cada uma carrega. “Que eu possa ter a mesma convicção dessas mulheres ao levar minha mensagem e que assim como elas, seja abençoado por Deus”, disse Adriano, mencionando ainda a importante formação obtida com sua mãe Sueli. “Procurei ser um bom filho e corresponder a tudo o que me foi ensinado, por uma mulher batalhadora que criou toda a família, sobrinhos e agora netos. Que essa homenagem de hoje se torne cotidiana”, pontuou.

HOMENAGEADAS Carmi Cordeiro dos Santos, de 64 anos foi a indicada de Adriano Palopoli. Casada com o pastor Wilson José, teve 10 filhos. Costureira por 20 anos, hoje se dedica aos serviços de Deus como Mestra do Coral “Berg” e coordenadora do Círculo de Oração “Rosa de Saron.

Marião da Saúde homenageou a dona Odete Araújo, mãe de 17 filhos, e exemplo de contribuição à história de todas as mães, já que é modelo de doação em prol à vida e do amor.

Sumiko Suguimoto foi a homenageada do Dr. Sandro Roberto Hoici. Nascida no Japão, embarcou com toda a família em 1928 rumo ao Brasil. Em Nova Andradina desde 1964, ela foi homenageada por sua dedicação, trabalho e amor à família.

Antonio Tomaz homenageou Maria Barbosa da Silva, de 65 anos. Mãe de 8 filhos, 18 netos e 2 bisnetos, ela é uma autêntica mãe do lar, que procura sempre desempenhar sua função de mãe e mulher com muito amor e carinho.

Joana Ferreira Menezes foi a homenageada de Vicente Lichoti, por ao decorrer da vida ter plantado sementes do bem, cuidadas e florescidas com o vigor da comunidade. Mãe de 10 filhos, 29 netos e 16 bisnetos, ela foi homenageada por sua postura digna de mãe.

Claudinei Magrelo homenageou Alice Bazan Viscardi de Paula, mãe de 4 filhos. Responsável pela administração do lar, já trabalhou com material reciclável, além de ser uma das incentivadoras da campanha de Claudinei Magrelo, que a homenageou por sua dedicação, humildade e exemplo de mãe.

Zé Bugre homenageou Laíde Teixeira, mãe de 4 filhos. Ela já fez parte do ECC, e hoje atua na Família Vicentina. Por ser mãe sublime, dedicada e guerreira, mesmo com as dificuldades que enfrentou na vida é a indicada de Zé Bugre.

Ida Mercês Nascimento Ribeiro foi homenageada por Glauco Lourenço. Mãe de dois filhos, concilia o amor a eles e o trabalho, desenvolvido à frente do Pesqueiro Campestre. Tanto que representará Nova Andradina na Feira Internacional de Turismo em São Paulo este ano.

Outra mulher de destaque é Adevanir Paulino Bezerra Rodrigues, indicada por Marcio Costa. Casada há 20 anos e mãe de 05 filhos, compartilha o amor de mãe com mais 17 crianças na Comunidade Betel, onde atua há 4 anos.

Já as homenageadas da Deputada Dione Hashioka e do Prefeito Gilberto Garcia são Marise de Resende e Helena Avelino Costa, Leninha. Em Nova Andradina desde 1967, mãe de nove filhos e 14 netos, é espelho de devoção aos filhos e à toda família, garra, luta e solidariedade. Já a indicada do prefeito, Leninha, é servidora municipal há 23 anos. Mãe de sete filhos e avó de quatro netos, criou seus filhos com muita luta e enfrentando dificuldades.

10
mai

Dr.Sandro comemora festa do dia das mães no Bairro União

Dr.Sandro participou na noite do último sábado (08/05), da celebração em comemoração ao Dia das Mães, realizado na Capela Nossa Senhora de Fátima, no bairro União. A celebração foi conduzida pelo Diácono Cicero Vieira Brais, que ponderou sobre a importância do papel da mãe, a principal referencia no exemplo da ética e caráter na formação dos filhos; afirmou a necessidade de “adoção” dos filhos, para que eles não sejam “adotados” por outros, como as drogas e a criminalidade.

Após a celebração, foi realizada festa de confraternização, com bolo e salgados trazidos pelos próprios moradores. Dr.Sandro, com apoio do Deputado Zé Teixeira, brindou a festa com entrega de camisetas em comemoração da data.

Comemorações Dia das Mães 2010 - Bairro UniãoComemorações Dia das Mães 2010 - Bairro União
Comemorações Dia das Mães 2010 - Bairro União

Comemorações Dia das Mães 2010 - Bairro União

 

01
mai

1º de Maio: História de luta dos trabalhadores brasileiros

carteira-trabalho-brasil    No Brasil, as comemorações do 1º de maio estão relacionadas à luta pela redução da jornada de trabalho. A primeira celebração da data de que se tem registro ocorreu em Santos, em 1895, por iniciativa do Centro Socialista, entidade fundada em 1889 por militantes políticos como Silvério Fontes, Sóter Araújo e Carlos Escobar. A data foi consolidada como o Dia dos Trabalhadores em 1925, quando o presidente Artur Bernardes baixou um decreto instituindo o 1º de maio como feriado nacional. Desde então, comícios, pequenas passeatas, festas comemorativas, piqueniques, shows, desfiles e apresentações teatrais ocorrem por todo o país.

    Com Getúlio Vargas – que governou o Brasil como chefe revolucionário e ditador por 15 anos e como presidente eleito por mais quatro – o 1º de maio ganhou status de “dia oficial” do trabalho. Era nessa data que o governante anunciava as principais leis e iniciativas que atendiam as reivindicações dos trabalhadores, como a instituição e, depois, o reajuste anual do salário mínimo ou a redução de jornada de trabalho para oito horas. Vargas criou o Ministério do Trabalho, promoveu uma política de atrelamento dos sindicatos ao Estado, regulamentou o trabalho da mulher e do menor, promulgou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garantindo o direito a férias e aposentadoria.

            Na Constituição de 1988, promulgada no contexto da distensão e redemocratização do Brasil após a ditadura militar (que perseguiu e colocou no mesmo balaio liberais, comunistas e cristãos progressistas), apesar de termos 80% dos tópicos defendendo a propriedade e meros 20% defendendo a vida humana e a felicidade, conseguiu-se uma série de avanços – hoje colocados em questão – como as Férias Remuneradas, o 13º salário, multa de 40% por rompimento de contrato de trabalho, Licença Maternidade, previsão de um salário mínimo capaz de suprir todas as necessidades existenciais, de saúde e lazer das famílias de trabalhadores, etc.

            A luta de hoje, como a luta de sempre, por parte dos trabalhadores, reside em manter todos os direitos constitucionais adquiridos e buscar mais avanços na direção da felicidade do ser humano.