Meu nome é Sandro Roberto Hoici, médico urologista a 17 anos em Nova Andradina, eleito vereador em 2008 e reeleito em 2012. Criei este blog para tratar de assuntos de saúde e também prestar contas sobre meu trabalho na Câmara Municipal.

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“O destino não é uma questão de sorte, é uma questão de escolha; não é algo a se esperar, é algo a se conquistar.”
por Willian Jennings Bryan

Datas Comemorativas

05
ago

5 de Agosto, Dia Nacional da Saúde:Homenagem a Oswaldo Cruz

dia_da_saude_05_agosto A data é importante: 5 de agosto, Dia Nacional da Saúde. O que nem todos sabem é que foi escolhida em homenagem ao médico sanitarista Oswaldo Cruz, que nasceu em 5 de agosto de 1872 e foi pioneiro no estudo de moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil.

Em 1900, fundou o Instituto Soroterápico Nacional, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, hoje Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Sua trajetória se confunde com a história da saúde pública brasileira.

oswaldo-cruzOswaldo Cruz: o médico do Brasil

Oswaldo Cruz nasceu em São Luis do Paraitinga, interior de São Paulo. Filho do médico Bento Gonçalves Cruz e de Amália Taborda de Bulhões Cruz, ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro aos 15 anos. Antes de concluir o curso, publicou dois artigos sobre microbiologia na revista Brasil Médico.

Formou-se em 24 de dezembro de 1892, defendendo a tese "Veiculação Microbiana pelas Águas". Em 1896, foi para Paris especializar-se em bacteriologia no Instituto Pasteur, que na época reunia grandes nomes da ciência.

Oswaldo Cruz foi nomeado Diretor Geral de Saúde Pública em 1903, cargo que corresponde atualmente ao de Ministro da Saúde. Utilizando o Instituto Soroterápico Federal, atual Fiocruz, como base de apoio técnico-científico, deflagrou memoráveis campanhas de saneamento. Em poucos meses, a incidência de peste bubônica foi reduzida com o extermínio dos ratos, cujas pulgas transmitiam a doença.

Em 1904, com o recrudescimento dos surtos de varíola, o sanitarista tentou promover a vacinação em massa da população. Os jornais lançaram uma campanha contra a medida.

O congresso protestou e foi organizada a Liga contra a vacinação obrigatória. No dia 13 de novembro estourou a rebelião popular (a Revolta da Vacina) e, no dia 14, a Escola Militar da Praia Vermelha se levantou. O Governo derrotou a rebelião, mas suspendeu a obrigatoriedade da vacina.

Em 1909, Oswaldo Cruz deixou a Diretoria Geral de Saúde Pública, passando a se dedicar apenas ao Instituto (Fiocruz), onde lançou importantes expedições científicas que possibilitaram a ocupação do interior do país. Erradicou a febre amarela no Pará e realizou a campanha de saneamento da Amazônia.

Como conseqüência, as obras da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, cuja construção havia sido interrompida pelo grande número de mortes de operários pela malária, puderam ser finalizadas.

Em 1913 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Em 1915, por motivos de saúde, abandonou a direção do Instituto Soroterápico e mudou-se para Petrópolis. Como prefeito da cidade, traçou vasto plano de urbanização, que não pode ver executado.

Oswaldo Cruz morreu de insuficiência renal em 11 de fevereiro de 1917, em Petrópolis, com apenas 44 anos.

Fonte: www.ensp.fiocruz.br

12
jul

Zé Teixeira prestigia a 28ª FEJUNA

Queima da grande fogueira - 28ª FEJUNA O Deputado Estadual Zé Teixeira prestigiou na noite do último domingo (11/07), a festa de encerramento da 28ª FEJUNA, Festa Julina de Nova Andradina, que é a mais tradicional do Vale do Ivinhema. Iniciada no dia 8, o evento trouxe cerca de 35 mil pessoas nos seus quatro dias de festa.

A FEJUNA é uma festa que está inserida no calendário oficial de eventos turísticos do Estado,  realizado pelo governo municipal, com apoio de entidades filantrópicas e empresários locais, contando, nos seus quatro dias, de muita alegria, com barracas de comidas e bebidas, concurso de Garota FEJUNA, dança de quadrilha, exposição de artistas locais, e no final com a queima da grande fogueira e show pirotécnico.

Zé Teixeira acompanhou a comitiva formada pelo Prefeito de Nova Andradina José Gilberto Garcia,Vice-prefeito Raulino Baronceli, Governador André Puccinelli, Vice-governador Murilo Zauith, Deputados Estaduais Dione Hashioka e Moka, Prefeito de Ivinhema Renato Camara, de Batayporã Edson Ibraim, Vereadores, Delegado Rinaldo Moreira, Coronel Nilvo Vicente Perlim, ex-prefeito Roberto Hashioka, Secretários e convidados, onde caminharam por todo o parque de exposição, cumprimentando e agradecendo a população presente.

Todos os anos são homenageados dois pioneiros da cidade, este ano foram o médico Dr.Modesto Grochocki e a Sra. Nielsa Oliveira da Silva, que acionaram o botão que deu inicio ao acendimento da grande fogueira e belíssimo show piromusical, que durante 25 minutos, iluminou o céu com uma variedade de luzes e cores, embalada pelos acordes da canção “amigos para sempre”.

Antonio Tomaz, Zé Teixeira e Dr.Sandro, prestigiando a 28 FEJUNADr.Sandro, Edison Clementino Pereira, Zé Teixeira e Fabiana de Jesus Andrade, na barraca da Associação de Moradores da Vila Operária

22
jun

Projeto de Dr. Sandro institui dia da Comunidade Japonesa

Cultura Japonesa Divulgar a cultura japonesa e fomentar a integração desta comunidade por meio de exposições, oficinas, serviços e atrações artísticas. É com este propósito que o vereador democrata Dr. Sandro Hoici apresentou em sessão ordinária, o Projeto de Lei que institui o Dia Municipal da Comunidade Japonesa.

Segundo o autor do projeto, que estabelece o dia 18 de junho para a comemoração, a comunidade representa também desbravamento, superação, dedicação, integração, crescimento e amor à pátria brasileira. “Queremos agradecer a comunidade japonesa do nosso município e dizer que sua chegada aqui não foi diferente da maior colônia de japoneses que aportaram em Santos, em 1908”, defende ao esclarecer que a instituição da data fará parte do calendário escolar, cultural e turístico de Nova Andradina.

Atualmente, o Brasil abriga a maior comunidade japonesa fora do Japão. Representa 1,5 milhão de nikkeis-japoneses e seus descendentes, que se somaram como irmãos dos brasileiros, mesclando raças, costumes e objetivos bem delineados, contribuindo para o Brasil alcançar um desenvolvimento harmônico e pujante perante os outros países.

18
jun

Dia da Imigração Japonesa – 18 de Junho

Legenda: "Kasato maru no toochaku wa kyo de 102 shuunen" Chegada do Kasato Maru completa 102 anos hoje No dia 18 de junho comemora-se o Dia Nacional da Imigração Japonesa. A data comemorativa foi instituída em 26 de julho de 2005, sob a Lei nº 11.142.
A data foi escolhida por ser o dia em que oficialmente os primeiros imigrantes japoneses chegaram ao Brasil em 1908. Assim, este ano, completou-se 102 anos da Imigração Japonesa no Brasil.

História da Imigração Japonesa

Monumento em homenagem a imigração japonesa (Santos-SP) Desde o fim do século XIX, o Japão atravessava uma crise demográfica, com o fim do feudalismo e o início da mecanização da agricultura. A população do campo passou a migrar para as cidades, para fugir da pobreza e as oportunidades de emprego tornaram-se cada vez mais raras, formando uma massa de trabalhadores rurais miseráveis.

O Brasil, por sua vez, apresentava falta de mão-de-obra na zona rural. Em 1902, o governo da Itália proibiu a imigração subsidiada de italianos para São Paulo (a maior corrente imigratória para o Brasil era de italianos), deixando as fazendas de café, principal produto exportado pelo Brasil na época, sem o número necessário de trabalhadores. O governo brasileiro precisava encontrar uma nova fonte de mão-de-obra.

Nesse período, os japoneses foram proibidos de imigrar para os Estados Unidos, em razão da I Guerra Mundial, e não eram bem recebidos na Austrália e no Canadá. O Brasil tornou-se, então, um dos poucos países no mundo a aceitar imigrantes do Japão.

A grande imigração nipônica

Cartaz de propaganda da imigração de japoneses para o Brasil Nos primeiros sete anos de imigração japonesa, chegaram ao Brasil 3.434 famílias, ou seja, quase 15 mil pessoas. Entre 1917 e 1940, foram mais 164 mil japoneses, dos quais 75% para São Paulo. A maior parte dos imigrantes chegou no decênio 1920-1930, mas o foco não era mais apenas as plantações de café. Eles também buscavam trabalho no cultivo de morango, chá e arroz.

Com o fim da I Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes japoneses para o Brasil cresceu enormemente em razão do incentivo do governo japonês, que via crescer a pobreza e o desemprego no país devido à superlotação das cidades japonesas. O governo japonês também queria a expansão da etnia e da cultura para outros lugares do mundo, especialmente nas Américas, a começar pelo Brasil.

Enriquecer e voltar

A maioria dos imigrantes japoneses tinha a pretensão de enriquecer no Brasil e voltar ao Japão em, no máximo, três anos. O enriquecimento rápido em terras brasileiras, porém, mostrou-se um sonho quase impossível. Além dos baixos salários, os imigrantes ainda tinham descontado do pagamento a passagem e precisavam comprar tudo o que consumiam do fazendeiro para quem trabalhavam. Em pouco tempo estavam endividados.

A geração nascida no Japão foi a que teve mais dificuldade de adaptação ao Brasil em razão do idioma, hábitos alimentares, vestuário, modo de vida e diferenças climáticas encontradas.

Como pretendiam voltar ao Japão, os imigrantes não se preocupavam em se integrar ao Brasil. Por isso, uma parcela considerável nunca aprendeu a falar o português.

Em seguida, graças a um sistema de parceria com o fazendeiro, muitos japoneses conseguiram comprar seus primeiros pedaços de terra. Após algum tempo de plantação, o imigrante tinha o direito de receber uma parcela da terra. Isso resultou na permanência definitiva de muitos imigrantes no Brasil.

A primeira geração nascida aqui não era muito diferente dos pais. Ainda dominados pelo desejo de regresso ao Japão, os imigrantes educavam seus filhos dentro da cultura japonesa. As crianças freqüentavam escolas japonesas fundadas pela comunidade e a predominância do meio rural facilitou esse isolamento. Cerca de 90% dos filhos de japoneses falavam japonês em casa.

Já a segunda geração de japoneses no Brasil viu, definitivamente, sepultada a esperança de retornar ao Japão. A eclosão da II Guerra Mundial abalava a terra natal e era mais seguro permanecer no Brasil. Muitos imigrantes começam a chegar neste período, atraídos por parentes que já tinham imigrado. Na década de 1930, o Brasil já abrigava a maior população de japoneses fora do Japão.

Traços mestiços

A partir da terceira geração no Brasil, os descendentes de japoneses passaram a se abrir definitivamente à sociedade brasileira. Os avós imigrantes trabalharam duro no campo para que seus filhos e netos tivessem futuro no Brasil. Na década de 1960, os japoneses saíram do campo e rumaram para as cidades para concluir os estudos. O principal destino foi São Paulo, que se tornou a cidade com maior número de japoneses fora do Japão.

A partir da década de 70, o isolamento étnico começou a se deteriorar e a miscigenação passou a fazer parte da realidade da colônia japonesa no Brasil. Atualmente, cerca de 61% dos bisnetos de japoneses têm alguma origem não-japonesa. Os traços mestiços predominam entre esta nova geração, já integrada ao Brasil.

Os vínculos com o Japão ancestral, porém, são menores. Para se ter uma idéia, a maioria não fala ou conhece pouco do idioma japonês.

Gerações

Atualmente, a colônia japonesa no Brasil está dividida em:

  • Isseis (japoneses de primeira geração, nascidos no Japão): 13%
  • Nisseis (filhos de japoneses): 31%
  • Sanseis (netos de japoneses): 41%;
  • Yonseis (bisnetos de japoneses): 13%

Além do Estado de São Paulo, a colônia japonesa também tem forte presença nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Pará.

Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/imigracaojaponesa/historia.php

11
mai

Câmara homenageia mães em sessão solene

A noite desta segunda-feira (10/05) na Câmara de Nova Andradina foi marcada pela celebração do Dia das Mães, em sessão solene que homenageou mulheres de destaque do município. Proposta pelo presidente da Casa, vereador Adriano Palopoli, a sessão foi aberta pelo Coral Jovem da Igreja Adventista e abençoada pelo pastor Mariano, que destacou o papel histórico das mães.

Indicadas por cada um dos vereadores, pela Deputada Dione Hashioka e pelo prefeito Gilberto Garcia, a história de cada uma das homenageadas foi levada aos convidados, seguida pela entrega das homenagens. A história das homenageadas tem em comum o amor de mãe que cada uma carrega. “Que eu possa ter a mesma convicção dessas mulheres ao levar minha mensagem e que assim como elas, seja abençoado por Deus”, disse Adriano, mencionando ainda a importante formação obtida com sua mãe Sueli. “Procurei ser um bom filho e corresponder a tudo o que me foi ensinado, por uma mulher batalhadora que criou toda a família, sobrinhos e agora netos. Que essa homenagem de hoje se torne cotidiana”, pontuou.

HOMENAGEADAS Carmi Cordeiro dos Santos, de 64 anos foi a indicada de Adriano Palopoli. Casada com o pastor Wilson José, teve 10 filhos. Costureira por 20 anos, hoje se dedica aos serviços de Deus como Mestra do Coral “Berg” e coordenadora do Círculo de Oração “Rosa de Saron.

Marião da Saúde homenageou a dona Odete Araújo, mãe de 17 filhos, e exemplo de contribuição à história de todas as mães, já que é modelo de doação em prol à vida e do amor.

Sumiko Suguimoto foi a homenageada do Dr. Sandro Roberto Hoici. Nascida no Japão, embarcou com toda a família em 1928 rumo ao Brasil. Em Nova Andradina desde 1964, ela foi homenageada por sua dedicação, trabalho e amor à família.

Antonio Tomaz homenageou Maria Barbosa da Silva, de 65 anos. Mãe de 8 filhos, 18 netos e 2 bisnetos, ela é uma autêntica mãe do lar, que procura sempre desempenhar sua função de mãe e mulher com muito amor e carinho.

Joana Ferreira Menezes foi a homenageada de Vicente Lichoti, por ao decorrer da vida ter plantado sementes do bem, cuidadas e florescidas com o vigor da comunidade. Mãe de 10 filhos, 29 netos e 16 bisnetos, ela foi homenageada por sua postura digna de mãe.

Claudinei Magrelo homenageou Alice Bazan Viscardi de Paula, mãe de 4 filhos. Responsável pela administração do lar, já trabalhou com material reciclável, além de ser uma das incentivadoras da campanha de Claudinei Magrelo, que a homenageou por sua dedicação, humildade e exemplo de mãe.

Zé Bugre homenageou Laíde Teixeira, mãe de 4 filhos. Ela já fez parte do ECC, e hoje atua na Família Vicentina. Por ser mãe sublime, dedicada e guerreira, mesmo com as dificuldades que enfrentou na vida é a indicada de Zé Bugre.

Ida Mercês Nascimento Ribeiro foi homenageada por Glauco Lourenço. Mãe de dois filhos, concilia o amor a eles e o trabalho, desenvolvido à frente do Pesqueiro Campestre. Tanto que representará Nova Andradina na Feira Internacional de Turismo em São Paulo este ano.

Outra mulher de destaque é Adevanir Paulino Bezerra Rodrigues, indicada por Marcio Costa. Casada há 20 anos e mãe de 05 filhos, compartilha o amor de mãe com mais 17 crianças na Comunidade Betel, onde atua há 4 anos.

Já as homenageadas da Deputada Dione Hashioka e do Prefeito Gilberto Garcia são Marise de Resende e Helena Avelino Costa, Leninha. Em Nova Andradina desde 1967, mãe de nove filhos e 14 netos, é espelho de devoção aos filhos e à toda família, garra, luta e solidariedade. Já a indicada do prefeito, Leninha, é servidora municipal há 23 anos. Mãe de sete filhos e avó de quatro netos, criou seus filhos com muita luta e enfrentando dificuldades.