Meu nome é Sandro Roberto Hoici, médico urologista a 14 anos em Nova Andradina, eleito vereador em 2008. Criei este blog para tratar de assuntos de saúde e também prestar contas sobre meu trabalho na Câmara Municipal.

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“Se você não acorda cedo, nunca conseguirá ver o sol nescendo. Se você não reza, embora Deus esteja sempre perto, você nunca conseguirá notar sua presença.”
por Paulo Coelho

Política

12
jun

Dr.Sandro marca presença no evento com Serra

Encontro José Serra em Campo Grande (Reinaldo Azambuja, José Serra, Dr.Sandro) O vereador Dr.Sandro marcou presença no evento com o pré-candidato  a Presidência da República, José Serra, que aconteceu em Campo Grande na noite da última quinta-feira (10/06).

José Serra veio ao Estado para  o lançamento da sua pré-campanha e a consolidação da aliança do PMDB, do governador André Puccinelli.

Estiveram presentes caravanas de todo o Estado, compostas de peemedebistas, tucanos, democratas, lideranças do PPS e dos outros partidos que recentemente compuseram com o bloco democrático reformista (BDR), além de simpatizantes.

”É muito importante marcarmos presença, pois Nova Andradina é o 8º colégio eleitoral e tem um peso significativo no cenário Estadual. José Serra é um grande líder que demonstrou ser competente, e tem grandes chances de ser o futuro presidente do Brasil. Esse evento serviu para formar a unidade onde nortearemos nossos trabalhos em prol do futuro do Mato Grosso do Sul”, enfatizou o vereador Dr. Sandro.

14
abr

O vermelho como metáfora odiosa

mstLamento sinceramente, não cultivo preconceitos, muito menos quanto a cores, mas sinto-me obrigada a concordar com a campanha Vamos tirar o Brasil do vermelho! , que está ganhando as ruas do país.
Depois do Carnaval Vermelho de 2010, quando 70 fazendas tiveram as entradas ocupadas no oeste de São Paulo, os chefes do MST informam que vão ensanguentar o campo com mais um Abril Vermelho e a escolha da cor não é acidental, pois está sendo usada como metáfora do ódio e da violência pergunto-me o que fazer, a quem apelar, que recursos políticos, jurídicos ou administrativos usar para evitar que se consuma a ameaça?
Os produtores rurais embora garantam o abastecimento de alimentos do país e a principal fonte de divisas obtidas pelas exportações brasileiras não contam com a proteção dos órgãos governamentais dispensada aos empresários urbanos, da indústria, do comércio e serviços. Pelo contrário, estão abandonados à saga de uma seita revolucionária, que não tem similares no mundo civilizado e cujo propósito declarado é ocupar e dividir as propriedades que produzem alimentos para impulsionar o regime socialista no Brasil.
A Reforma Agrária embora entre nessa história como Pilatos no Credo, pois é usada apenas como pretexto pelo MST não prevê e, legalmente, não admite a invasão de propriedades. Pelo contrário, veda expressamente a desapropriação de terras que sejam invadidas ou ocupadas.
Portanto, não se discute a reforma agrária, mas as invasões violentas que a usam como pretexto pelo MST para exercitar seus princípios ideológicos que não admitem, antes abuso de usurpação, a simples existência da propriedade privada. Um absurdo, pois a Constituição não apenas a admite, como a protege.
Na verdade, defendem em pleno século 21 e em um país sob o Estado Democrático de Direito que a terra é um bem coletivo, logo deve ser tomada, por bem ou por mal. Tanto que falam e agem como se estivessem nas barricadas da Revolução Bolchevista de 1917, que produziu o regime comunista, hoje extinto no mundo, salvo em Cuba e nos arremedos de Chávez.
Essas coisas parecem claras, não são argumentos para discussão, mas pura informação: estamos diante de uma situação de fato, em que uma seita ideológica revolucionária marca data para ocupar propriedades. 
Invasão é crime. Acontece que as invasões do MST se tornaram prática abusiva e as autoridades governamentais parecem constrangidas de enfrentá-las. É inaceitável a escalada de violências do MST e suas provocações para estabelecer confrontos à margem da lei, quando vivemos em um país democrático, com uma Constituição, governos legítimos e Justiça independente.
Em que se baseiam, quem os autoriza e, principalmente, por que os invasores de propriedades rurais não são contidos na sua violência anunciada? São mais de 3.600 invasões nos últimos anos. Alguém considerará exercício legítimo da liberdade o grito de guerra Abril Vermelho que o MST está lançando?
Por que não temos ainda um Plano Nacional de Combate às Invasões? Um programa suasório, com recursos e objetivos claros como outros planos em execução pelo governo federal, como o Plano de Ação de Combate à Pirataria (no Ministério da Justiça), o Plano Nacional Antidrogas (sob responsabilidade da Secretaria Nacional Antidrogas, do Gabinete de Segurança Institucional), o Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Ao menos se tornaria público que o governo não tolera, muito menos apoia ou estimula a metáfora sanguinolenta do vermelho contra os produtores rurais brasileiros. Ou ainda há dúvida de que invasão é crime?

* KÁTIA ABREU é senadora da República pelo DEM-TO e presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

Fazenda Cutrale - Trator destruídoFazenda Maria Bonita: Imovel destruído
Fazenda Maria Bonita: Imóvel destruídoFazenda Maria Bonita: Trator destruído
Destruição Fazenda PicosMST

26
fev

"SIM" À DEMOCRACIA; "NÃO" ÀS DITADURAS

Cuba: Raul Castro, Lula, Fidel Castro, Franklin Martins

COMISSÃO EXECUTIVA – DEMOCRATAS – NOTA OFICIAL

No momento em que o presidente Lula da Silva faz sua terceira visita a Cuba e posa sorridente para fotos abraçado aos ditadores Fidel e Raul Castro, a Comissão Executiva Nacional do Democratas lamenta o silêncio inexplicável do governo ante a morte do preso político cubano Orlando Zapata Tamayo, enterrado em Havana no mesmo dia em que chegou ao país a comitiva brasileira.
A agonia e morte do prisioneiro, que estava em greve de fome desde o início de dezembro e vinha sendo torturado por sonhar com um regime de liberdade, é a prova cabal de que a barbárie impera em Cuba. Ali, passa de 200 o número de presos por supostos crimes de “consciência", segundo estimativa da anistia internacional.
O presidente Lula da Silva, que sempre disse defender a democracia e o Estado de Direito, devia refletir sobre suas responsabilidades perante a história do Brasil, a história do seu partido e até sua própria história, antes de apoiar ditaduras como as que vigoram no Irã e em Cuba. O presidente da República também não devia carrear vultosos financiamentos públicos brasileiros, à revelia do Poder Legislativo, para a ditadura dos irmãos Castro.
Cuba é um país que se tornou pária por não cumprir as cláusulas democráticas exigidas nas relações diplomáticas dos povos civilizados. Também não cumpre contratos. Isto quer dizer que o dinheiro levado por Lula da Silva não será devolvido. O Brasil jamais recebeu de volta os empréstimos que fez a Cuba.
O presidente Lula da Silva não é dono da poupança dos brasileiros. Ele deve gerir os recursos mediante critérios legais, em vez de usá-los para doação a seus ditadores de estimação. Para se ter idéia do absurdo desta ação presidencial cabe lembrar que o montante que Lula garantiu a Cuba é mais de dez vezes superior à soma das doações feitas pelo Brasil ao Haiti, país devastado pelo terremoto de 12 de janeiro.
O Democratas pretende convocar o presidente do BNDES, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, para explicar no Congresso os critérios que foram usados pela instituição para definir os empréstimos a Cuba. Emprestar dinheiro a uma ditadura é financiar a tortura, é homenagear um regime opressivo que leva os dissidentes à morte.
O povo brasileiro apóia a liberdade de pensar, participar e discordar. O povo brasileiro não aceita o equívoco deste governo que vai a Cuba tentar mostrar como heróis os ditadores que perderam todas as batalhas da História. Heróis são os que morrem pela liberdade.

Brasília, 25 de fevereiro de 2010

Rodrigo Maia- Presidente

25
jan

Lula decide por Rafale

caca-rafale-dobro-preco O governo de Lula decidiu que o caça Rafale da companhia francesa Dassault é o que se encaixa em um projeto maior de defesa e por isso será escolhido para o programa F-X2, que comprará 36 aviões de combate. Para bater o martelo, é necessário ainda ajustes sobre o preço desse lote, estimado em R$ 10 bilhões, que é quase o dobro do preço estimado em concorrência semelhante realizado pelo governo Indiano.

O Palácio do Planalto decidiu ainda descartar qualquer referência favorável aos outros dois caças concorrentes — da americana Boeing e da sueca Saab — no novo relatório da FAB. Neste documento a ordem de preferência anteriormente exposta (1º Gripen NG, 2º F/18, 3º Rafale) foi retirada. O projeto de defesa deve padronizar a frota de caças do país e guarnecer um futuro porta-aviões que deve ser construído também em parceria com a França. O plano prevê a aquisição de 120 caças.

O projeto de defesa deve padronizar a frota de caças do país e guarnecer um futuro porta-aviões que deve ser construído também em parceria com a França.

Em nossa opinião…

Essa decisão unilateral da presidência, desprezando o relatório técnico da Aeronáutica, só poderia ser tomada prestando ampla satisfação à opinião pública, que é quem paga a conta. Tudo indica que o caça sueco, além de ser muito mais barato, e ter o menor custo por hora de vôo, é o que traz maior transferência de tecnologia, sendo fabricado aqui. Ficaríamos até capacitados a exportá-lo futuramente. Se existem “razões maiores de Estado” para essa estranha decisão, que elas nos sejam explicadas. Tudo indica que as razões são políticas, a compra da boa vontade da França para a obsessão da atual gestão do Itamaraty com o cargo permanente no Conselho de Segurança da ONU, sonho irrealista que está custando muito caro ao nosso país.

02
dez

Entrevista com Zé Teixeira

clip_image001O deputado estadual Zé Teixeira, pecuarista respeitado em seu meio, cumpre o quarto mandato na Assembléia Legislativa. Durante toda a vida pública, nunca mudou de partido. O partido é que mudou, de PFL (Partido da Frente Liberal) para DEM (Democratas), mas manteve a linha programática, assim como Zé Teixeira, voz forte na defesa dos produtores rurais.

Nesta entrevista exclusiva ao Midiamax, Zé Teixeira fala do seu sonho de ser prefeito de Dourados, diz que enxerga decepção no eleitor sul-matogrossense por causa do envolvimento dos políticos em operações como a Sanguessuga e Owari e em outras formas de corrupção.

Na opinião do deputado, o eleitor sul-matogrossense tem um conceito negativo dos políticos. “Os bons políticos acabam pagando pela fama dos maus”, disse ele.

O parlamentar diz que em seu sonho sempre imaginou ser possível administrar a Prefeitura de Dourados como uma empresa, “até porque o prefeito é o presidente de uma empresa por um determinado período”. Teixeira reconhece as suas limitações nas pesquisas para disputar a prefeitura, mas diz que vai continuar sonhando.

“O quarto mandato é um aprendizado, uma excelente faculdade. Política é uma vocação, uma doação, um fascínio”, diz o deputado, ao sugerir para aqueles que querem entrar na política que a receita é serem sinceros, honestos, verdadeiros e cumpridores de seus deveres e obrigações.

Teixeira faz um comparativo entre a prefeita de Três Lagoas e Artuzi e diz que a diferença é de estilo. “Entendo que uma pessoa popular e populista teria que se dedicar mais à parte política e delegar aos seus secretários autonomia na administração.”

O democrata também fala nesta entrevista sobre o impasse da demarcação das terras indígenas e sobre a questão quilombola da Picadinha em Dourados e dá a sua opinião acerca da forma e cobrança do Funrural e o projeto-de-lei que cria o Cadastro Estadual de Terras Públicas e do Conselho de Intermediação de Conflitos Sociais e Situação de Risco em MS. Para Teixeira deve prevalecer o que preconiza a Constituição Federal acerca das terras indígenas e quilombolas.

MIDIAMAX: O senhor já está no quarto mandato consecutivo e hoje é o único representante de Dourados na Assembléia Legislativa. O que isso representa para o senhor e para a comunidade douradense?

ZÉ TEIXEIRA: É motivo de orgulho exercer meu quarto mandato, com respeito e trabalho.

Quanto ao que represento para a comunidade, é ela quem tem que responder. Procuro preencher os anseios da população com muito trabalho e dedicação, buscando sempre o melhor e nunca medi esforços para levar investimentos visando o desenvolvimento não apenas de Dourados, mas para vários municípios do Estado. Afinal de contas, esse é o papel do homem público escolhido para representar seu povo.

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