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Chuveiro Elétrico: Forma mais barata para tomar um banho quente
Estamos no inverno, e nessa época, nada melhor que um bom banho quente. A água quente traz aquela sensação aconchegante, mas muita vezes nos faz perder a noção do tempo. Cuidado para exagerar e extrapolar a conta de energia e água no final do mês.
Mas vocês sabiam que o chuveiro elétrico é uma invenção brasileira, e é a forma mais barata para tomar um banho quente?
Chuveiro Elétrico: Uma invenção brasileira
Aquecer água para o banho foi por muito tempo um grande desafio para as gerações passadas e apenas no início do século XX é que americanos e europeus começaram a desenvolver sistemas de aquecimento de água nas residências. Paralelamente no Brasil, surgiam os primeiros protótipos de chuveiros elétricos, afinal as redes de gás eram praticamente inexistentes nas grandes cidades, ao contrário da energia elétrica.
A importância desta invenção brasileira é tão grande para a nossa indústria que, pode-se dizer que a certidão de nascimento do chuveiro elétrico é o "Ensaio Official nº 1 do Gabinete de Electrotechnica da Escola Polytechnica de São Paulo" (atual IEE USP – Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo), datado de 18 de janeiro de 1927.
Após o desenvolvimento de inúmeros produtos de forma artesanal, na década de 1940 teve início a fabricação em pequena escala comercial no País a nova forma de aquecimento de água.
Graças à extensa propaganda feita por fabricantes e os altos custos com canalizações de gás, o chuveiro elétrico passou a ser um eletrodoméstico muito popular no Brasil e é utilizado pela esmagadora maioria da população.
Economia
Uma das grandes vantagens dos chuveiros elétricos é que seu consumo de água é muito menor do que nas duchas alimentadas por aquecedores a gás, de acumulação ou solar. Nos sistemas a gás, o usuário é obrigado a triplicar o volume de água do banho para manter o sistema em funcionamento. Já nos sistemas de acumulação e solar, muita água fria é jogada no esgoto e desperdiçada até que a água quente chegue à ducha e se obtenha a temperatura desejada, enquanto que o chuveiro elétrico aquece a água segundos após o registro ser aberto, não desperdiçando energia para esquentar canos.
Outro fator importante é que a maior parte do território brasileiro possui clima quente ao longo do ano, fazendo que os chuveiros elétricos sejam usados na posição “Verão” ou “Morno” contribuindo para o baixo consumo de energia elétrica.
Tabela comparativa
O GCA (Grupo de Chuveiros Elétricos da Abinee – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) realizou um estudo comparativo entre os sistemas de aquecimento de água que existem no Brasil (chuveiro elétrico, a gás e coletor solar), para descobrir qual o sistema mais eficiente e econômico para se esquentar água.
Confira o estudo ao lado e verifique que o chuveiro elétrico, além de ser o sistema mais barato (os valores dos equipamentos foram obtidos de anúncios de jornais publicados em julho de 2007) é o que menos pesa no bolso do consumidor ao final de um mês (os valores das tarifas de energia elétrica, água e gás são os cobrados em julho de 2007 por Eletropaulo, Sabesp, Comgás e Ultragaz, respectivamente, para consumidores da cidade de São Paulo).
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Fonte de pesquisa: http://www.banhoeconomico.com.br/


O vereador Dr.Sandro tem se destacado na luta em defesa do meio-ambiente, percebemos isso pelas inúmeras indicações e projetos que vem apresentando na Câmara Municipal, como exemplo a substituição das sacolas plásticas por similares ecológicos, criação do programa de coleta seletiva, formação dos vigilantes juniores do meio-ambiente, uso de papel reciclado nas repartições públicas, programa de eficiência energética, e muitos outros.
O mês de Março é dedicado, desde 1993, a atividades, celebrações e reflexões sobre o uso sustentável e consciente da água.
A semana do meio ambiente iniciou com uma vitória para a natureza com a aprovação do projeto de lei de autoria do Dr. Sandro que tem como objetivo a economia e uso racional da água. A lei estabelece que todas as edificações não residenciais destinadas ao uso público (repartições públicas, escolas, rodoviarias, clínicas, restaurantes, bares, lanchonetes, etc) deverão utilizar equipamentos, sistemas ou disposittivos hidráulicos que propiciem o controle e redução do consumo de água, citando como exemplos torneiras e válvulas com redutores e reguladores de vazão, com sistema de fechamento automático. Dr. Sandro inclusive cobrou do Presidênte da Câmara, Adriano Palopoli, que dê o exemplo ao município e a população, iniciando a substituição das torneiras dos banheiros do prédio do Legislativo. O projeto aguarda sanção e promulgação do poder executivo, e tem prazo de 60 dias para regulamentação. 



