Meu nome é Sandro Roberto Hoici, médico urologista a 14 anos em Nova Andradina, eleito vereador em 2008, e sempre trabalhando em benefício da população. Criei este blog para tratar de assuntos de saúde e também prestar contas sobre meu trabalho na Câmara Municipal.

Destaque

Campanha Saco é um Saco

Campanha

Saco é um saco


Participe você também!

Citação

“A árvore não nega sua sombra nem ao lenhador.”
por Provérbio Hindu

19
jul

Dr.Sandro prestigia a 3ª Carneirada em Nova Casa Verde

Dr.Sandro prestigiou no último domingo (18/07), a 3ª Carneirada, realizada no Salão Paroquial, no Distrito de Nova Casa Verde.

O público lotou o salão para saborear o saboroso churrasco de carneiro, que foi preparado pela A Paróquia de São Pedro e São Paulo, com o auxílio de toda a comunidade.

Esse tradicional evento que tem o objetivo de incentivar criação do carneiro nos assentamentos e colaborar com a paróquia e ajudar com parte da renda para o Hospital do Câncer de Barretos.

3ª Carneirada - Nova Casa Verde 3ª Carneirada - Nova Casa Verde
1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (4 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
12
jul

Zé Teixeira prestigia a 28ª FEJUNA

Queima da grande fogueira - 28ª FEJUNA O Deputado Estadual Zé Teixeira prestigiou na noite do último domingo (11/07), a festa de encerramento da 28ª FEJUNA, Festa Julina de Nova Andradina, que é a mais tradicional do Vale do Ivinhema. Iniciada no dia 8, o evento trouxe cerca de 35 mil pessoas nos seus quatro dias de festa.

A FEJUNA é uma festa que está inserida no calendário oficial de eventos turísticos do Estado,  realizado pelo governo municipal, com apoio de entidades filantrópicas e empresários locais, contando, nos seus quatro dias, de muita alegria, com barracas de comidas e bebidas, concurso de Garota FEJUNA, dança de quadrilha, exposição de artistas locais, e no final com a queima da grande fogueira e show pirotécnico.

Zé Teixeira acompanhou a comitiva formada pelo Prefeito de Nova Andradina José Gilberto Garcia,Vice-prefeito Raulino Baronceli, Governador André Puccinelli, Vice-governador Murilo Zauith, Deputados Estaduais Dione Hashioka e Moka, Prefeito de Ivinhema Renato Camara, de Batayporã Edson Ibraim, Vereadores, Delegado Rinaldo Moreira, Coronel Nilvo Vicente Perlim, ex-prefeito Roberto Hashioka, Secretários e convidados, onde caminharam por todo o parque de exposição, cumprimentando e agradecendo a população presente.

Todos os anos são homenageados dois pioneiros da cidade, este ano foram o médico Dr.Modesto Grochocki e a Sra. Nielsa Oliveira da Silva, que acionaram o botão que deu inicio ao acendimento da grande fogueira e belíssimo show piromusical, que durante 25 minutos, iluminou o céu com uma variedade de luzes e cores, embalada pelos acordes da canção “amigos para sempre”.

Antonio Tomaz, Zé Teixeira e Dr.Sandro, prestigiando a 28 FEJUNA Dr.Sandro, Edison Clementino Pereira, Zé Teixeira e Fabiana de Jesus Andrade, na barraca da Associação de Moradores da Vila Operária
1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
18
jun

Dia da Imigração Japonesa – 18 de Junho

Legenda: "Kasato maru no toochaku wa kyo de 102 shuunen" Chegada do Kasato Maru completa 102 anos hoje No dia 18 de junho comemora-se o Dia Nacional da Imigração Japonesa. A data comemorativa foi instituída em 26 de julho de 2005, sob a Lei nº 11.142.
A data foi escolhida por ser o dia em que oficialmente os primeiros imigrantes japoneses chegaram ao Brasil em 1908. Assim, este ano, completou-se 102 anos da Imigração Japonesa no Brasil.

História da Imigração Japonesa

Monumento em homenagem a imigração japonesa (Santos-SP) Desde o fim do século XIX, o Japão atravessava uma crise demográfica, com o fim do feudalismo e o início da mecanização da agricultura. A população do campo passou a migrar para as cidades, para fugir da pobreza e as oportunidades de emprego tornaram-se cada vez mais raras, formando uma massa de trabalhadores rurais miseráveis.

O Brasil, por sua vez, apresentava falta de mão-de-obra na zona rural. Em 1902, o governo da Itália proibiu a imigração subsidiada de italianos para São Paulo (a maior corrente imigratória para o Brasil era de italianos), deixando as fazendas de café, principal produto exportado pelo Brasil na época, sem o número necessário de trabalhadores. O governo brasileiro precisava encontrar uma nova fonte de mão-de-obra.

Nesse período, os japoneses foram proibidos de imigrar para os Estados Unidos, em razão da I Guerra Mundial, e não eram bem recebidos na Austrália e no Canadá. O Brasil tornou-se, então, um dos poucos países no mundo a aceitar imigrantes do Japão.

A grande imigração nipônica

Cartaz de propaganda da imigração de japoneses para o Brasil Nos primeiros sete anos de imigração japonesa, chegaram ao Brasil 3.434 famílias, ou seja, quase 15 mil pessoas. Entre 1917 e 1940, foram mais 164 mil japoneses, dos quais 75% para São Paulo. A maior parte dos imigrantes chegou no decênio 1920-1930, mas o foco não era mais apenas as plantações de café. Eles também buscavam trabalho no cultivo de morango, chá e arroz.

Com o fim da I Guerra Mundial, o fluxo de imigrantes japoneses para o Brasil cresceu enormemente em razão do incentivo do governo japonês, que via crescer a pobreza e o desemprego no país devido à superlotação das cidades japonesas. O governo japonês também queria a expansão da etnia e da cultura para outros lugares do mundo, especialmente nas Américas, a começar pelo Brasil.

Enriquecer e voltar

A maioria dos imigrantes japoneses tinha a pretensão de enriquecer no Brasil e voltar ao Japão em, no máximo, três anos. O enriquecimento rápido em terras brasileiras, porém, mostrou-se um sonho quase impossível. Além dos baixos salários, os imigrantes ainda tinham descontado do pagamento a passagem e precisavam comprar tudo o que consumiam do fazendeiro para quem trabalhavam. Em pouco tempo estavam endividados.

A geração nascida no Japão foi a que teve mais dificuldade de adaptação ao Brasil em razão do idioma, hábitos alimentares, vestuário, modo de vida e diferenças climáticas encontradas.

Como pretendiam voltar ao Japão, os imigrantes não se preocupavam em se integrar ao Brasil. Por isso, uma parcela considerável nunca aprendeu a falar o português.

Em seguida, graças a um sistema de parceria com o fazendeiro, muitos japoneses conseguiram comprar seus primeiros pedaços de terra. Após algum tempo de plantação, o imigrante tinha o direito de receber uma parcela da terra. Isso resultou na permanência definitiva de muitos imigrantes no Brasil.

A primeira geração nascida aqui não era muito diferente dos pais. Ainda dominados pelo desejo de regresso ao Japão, os imigrantes educavam seus filhos dentro da cultura japonesa. As crianças freqüentavam escolas japonesas fundadas pela comunidade e a predominância do meio rural facilitou esse isolamento. Cerca de 90% dos filhos de japoneses falavam japonês em casa.

Já a segunda geração de japoneses no Brasil viu, definitivamente, sepultada a esperança de retornar ao Japão. A eclosão da II Guerra Mundial abalava a terra natal e era mais seguro permanecer no Brasil. Muitos imigrantes começam a chegar neste período, atraídos por parentes que já tinham imigrado. Na década de 1930, o Brasil já abrigava a maior população de japoneses fora do Japão.

Traços mestiços

A partir da terceira geração no Brasil, os descendentes de japoneses passaram a se abrir definitivamente à sociedade brasileira. Os avós imigrantes trabalharam duro no campo para que seus filhos e netos tivessem futuro no Brasil. Na década de 1960, os japoneses saíram do campo e rumaram para as cidades para concluir os estudos. O principal destino foi São Paulo, que se tornou a cidade com maior número de japoneses fora do Japão.

A partir da década de 70, o isolamento étnico começou a se deteriorar e a miscigenação passou a fazer parte da realidade da colônia japonesa no Brasil. Atualmente, cerca de 61% dos bisnetos de japoneses têm alguma origem não-japonesa. Os traços mestiços predominam entre esta nova geração, já integrada ao Brasil.

Os vínculos com o Japão ancestral, porém, são menores. Para se ter uma idéia, a maioria não fala ou conhece pouco do idioma japonês.

Gerações

Atualmente, a colônia japonesa no Brasil está dividida em:

  • Isseis (japoneses de primeira geração, nascidos no Japão): 13%
  • Nisseis (filhos de japoneses): 31%
  • Sanseis (netos de japoneses): 41%;
  • Yonseis (bisnetos de japoneses): 13%

Além do Estado de São Paulo, a colônia japonesa também tem forte presença nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Pará.

Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/imigracaojaponesa/historia.php

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (2 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
14
jun

Dr.Sandro prestigia festa beneficente na Nova Casa Verde

Na manhã do último domingo (13/06), Dr.Sandro prestigiou festa beneficente realizada pelos Vicentinos e o Apostolado da Oração, evento realizado no salão da Paróquia São Pedro e São Paulo, na Nova Casa Verde. A festa teve inicio no sábado e se estendeu até o domingo, com a realização de vários jogos, bingo e almoço beneficente.

Dr.Sandro foi recepcionado pelo Sr. Benjamin Rossi, um dos organizadores do evento, com quem tem amizade de longa data. Na oportunidade, Dr.Sandro reencontrou vários amigos, conversou com as pessoas da comunidade e ouviu suas reivindicações. Foi servido um delicioso almoço preparado com grande carinho pela comunidade. Dr.Sandro doou camisetas alusivas à Copa, que foram leiloadas no bingo beneficente.

“Eventos beneficentes são a forma de abrir caminhos para atingir um bem comum. No entanto, para atingir o objetivo é necessário a união de toda a comunidade. Me alegra ver a beleza dessa grande confraternização que contagia toda paróquia”, comentou Dr.Sandro.

Festa Beneficente Nova Casa Verde Festa Beneficente Nova Casa Verde
1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (2 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...
10
mai

Dr.Sandro comemora festa do dia das mães no Bairro União

Dr.Sandro participou na noite do último sábado (08/05), da celebração em comemoração ao Dia das Mães, realizado na Capela Nossa Senhora de Fátima, no bairro União. A celebração foi conduzida pelo Diácono Cicero Vieira Brais, que ponderou sobre a importância do papel da mãe, a principal referencia no exemplo da ética e caráter na formação dos filhos; afirmou a necessidade de “adoção” dos filhos, para que eles não sejam “adotados” por outros, como as drogas e a criminalidade.

Após a celebração, foi realizada festa de confraternização, com bolo e salgados trazidos pelos próprios moradores. Dr.Sandro, com apoio do Deputado Zé Teixeira, brindou a festa com entrega de camisetas em comemoração da data.

Comemorações Dia das Mães 2010 - Bairro União Comemorações Dia das Mães 2010 - Bairro União
Comemorações Dia das Mães 2010 - Bairro União

Comemorações Dia das Mães 2010 - Bairro União

 

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (3 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...