Meu nome é Sandro Roberto Hoici, médico urologista a 17 anos em Nova Andradina, eleito vereador em 2008 e reeleito em 2012. Criei este blog para tratar de assuntos de saúde e também prestar contas sobre meu trabalho na Câmara Municipal.

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“O motivo pelo qual não é fácil para as pessoas viverem em paz está no fato de saberem demais.”
por Lao Tsé

17
fev

Hiperdia na Nova Casa Verde é marcada com palestra do Dr.Sandro

Dr.Sandro esteve na manhã da última quinta (16) na Nova Casa Verde participando do Hiperdia, programa realizado pelo ESF do local, que tem como objetivo orientar, acompanhar e distribuir medicamentos para pacientes portadores da hipertensão arterial. O programa faz reuniões mensais no Salão da Paróquia São Pedro e São Paulo, sempre as quintas-feiras, onde reune em média 80 pacientes.

Além de falar a respeito da hipertensão, o programa sempre aborda outros assuntos relacionados à saúde, e nesse dia o tema foi a saúde da próstata, onde Dr.Sandro ministrou palestra falando dos principais sintomas, problemas e formas de tratamento das enfermidades que acometem o orgão, como também deu dicas de como levar uma vida saudável, além que responder à vários questionamentos do público presente.

A equipe do ESF Nova Casa Verde que realizou os trabalhos é formado pelo Dr.Antônio, Luciana, Cleodenice, Cleonice, Eliana, Elisangela, Lucilene, Marisia e Rosenilda.

07
fev

Dr.Sandro realiza a 14ª etapa da campanha de saúde na Nova Casa Verde

A equipe formada pelo Dr.Sandro, Dra. Márcia Lamberti e seus auxiliares, com o apoio da Farmácia Santo André, realizaram na tarde do último sábado (05/02), a 14ª etapa da “Campanha de Prevenção a Diabete, Hipertensão e Obesidade”, ocorrido na sede da Associação de Moradores do Núcleo Urbano de Nova Casa Verde.
Dos 60 atendimentos realizados, foram diagnosticados 6 casos de diabete e 4 casos de hipertensão, que foram encaminhados ao PSF para acompanhamento e tratamento.

No fim do atendimento, Dr.Sandro ministrou uma palestra sobre Diabete e Hipertensão, prestando esclarecimentos sobre os sintomas e os métodos de tratamento, frisando que é necessário ficar atento ao menor indício de anormalidade, devendo procurar imediatamente o serviço médico.

19
set

Dr.Sandro realiza a 13ª etapa da campanha de saúde na Comunidade São José

A equipe formada pelo Dr.Sandro, Dra. Márcia Lamberti e seus auxiliares, com o apoio da Farmácia Santo André, realizaram na tarde do último sábado (18/09), a 13ª etapa da “Campanha de Prevenção a Diabete, Hipertensão e Obesidade”, ocorrido na sede da Comunidade São José – Linha Floresta.
Dos atendimentos realizados, foram diagnosticados 4 casos de diabete, que foram encaminhados ao PSF para acompanhamento e tratamento.

No fim do atendimento, Dr.Sandro ministrou uma palestra sobre Diabete e Hipertensão, prestando esclarecimentos sobre os sintomas e os métodos de tratamento, frisando que é necessário ficar atento ao menor indício de anormalidade, devendo procurar imediatamente o serviço médico.

A equipe presta agradecimentos especiais ao Sr. Benjamin Rossi e dona Maria Rossi pelo apoio na organização do evento.

Campanha de Saúde - Comunidade São José - Linha FlorestaCampanha de Saúde - Comunidade São José - Linha Floresta
Campanha de Saúde - Comunidade São José - Linha FlorestaCampanha de Saúde - Comunidade São José - Linha Floresta

21
jun

Realizado a 12ª Etapa da Campanha na Vila Operária

A equipe formada pelo Dr.Sandro, Dra. Márcia Lamberti e seus auxiliares, com o apoio do Deputado Zé Teixeira e da Farmácia Santo André, realizaram na tarde do último sábado (20/06), a 12ª etapa da “Campanha de Prevenção a Diabete, Hipertensão e Obesidade”, ocorrido na sede da Associação de Moradores da Vila Operária.
Dos 74 atendimentos realizados, foram diagnosticados 10 casos de diabete e 2 casos de hipertensão arterial, que foram encaminhados ao PSF para acompanhamento e tratamento.

12
abr

Futuro obeso

Dieta empobrecida e sedentarismo em alta prenunciam aumento de diabetes e doenças cardiovasculares

Comida Saúdavel vs Fast Food O feijão mantém seu posto de gênero alimentício mais popular do país, na companhia constante do arroz. Dois terços dos brasileiros -65,8%- ainda o consomem pelo menos cinco vezes por semana. Há três anos, porém, a parcela era maior: 71,9%.
A redução de seis pontos percentuais em intervalo tão curto sugere que se trata de uma mudança mais duradoura nos hábitos alimentares -e não de uma simples flutuação estatística.
O levantamento realizado pelo Ministério da Saúde com 54.367 pessoas, por outro lado, constatou um aumento de 29,1% para 30,4% do grupo dos que consomem de modo regular frutas e hortaliças. Tais vegetais são identificados como símbolo maior da alimentação saudável.
Ocorre que o feijão também constitui ingrediente importante para uma dieta equilibrada, como fonte relativamente barata de fibras e proteínas. A queda na sua ingestão não foi compensada pelo aumento de frutas e hortaliças, de apenas 1,3 ponto percentual; além disso, a proporção dos que delas consomem as cinco porções diárias recomendadas é ainda modesta, 18,9% (embora tenha saído de 7,1% em 2006).
A explicação mais plausível, além do custo diferenciado dos gêneros alimentícios, está nas limitações impostas pela vida urbana, num país em que mais de 80% da população mora nas cidades, sobretudo em metrópoles problemáticas como São Paulo.
Sujeitos a jornadas amplificadas pelo deslocamento no trânsito, os cidadãos recorrem a alimentos industrializados. Mais fáceis e rápidos para preparar, muitas vezes têm valor nutricional insatisfatório.
As escassas horas de descanso e lazer, quando não dedicadas ao sono, terminam despendidas diante do computador ou da TV. O estudo ministerial verificou que subiu de 13,2% para 16,4% o número dos sedentários totais, aqueles que não praticam modalidade alguma de exercício físico.
Não é preciso ser especialista para concluir daí que se encontra em gestação uma epidemia de obesidade como a que assola os EUA. Ela virá acompanhada das graves doenças associadas, como o diabetes tipo 2 e os problemas cardiovasculares, um verdadeiro problema de saúde pública.
Os governos podem até ser impotentes para reverter a alteração no estilo de vida, mas sempre poderão dispor das armas do esclarecimento.
Sem recair em exageros autoritários, como proibir a propaganda de produtos alimentares tidos por prejudiciais à saúde, é na educação básica que se devem concentrar os esforços para oferecer aos cidadãos informações necessárias para que façam escolhas mais saudáveis em sua própria dieta e na de seus filhos.

Fonte: Folha de São Paulo – Editorial