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Lula decide por Rafale
O governo de Lula decidiu que o caça Rafale da companhia francesa Dassault é o que se encaixa em um projeto maior de defesa e por isso será escolhido para o programa F-X2, que comprará 36 aviões de combate. Para bater o martelo, é necessário ainda ajustes sobre o preço desse lote, estimado em R$ 10 bilhões, que é quase o dobro do preço estimado em concorrência semelhante realizado pelo governo Indiano.
O Palácio do Planalto decidiu ainda descartar qualquer referência favorável aos outros dois caças concorrentes — da americana Boeing e da sueca Saab — no novo relatório da FAB. Neste documento a ordem de preferência anteriormente exposta (1º Gripen NG, 2º F/18, 3º Rafale) foi retirada. O projeto de defesa deve padronizar a frota de caças do país e guarnecer um futuro porta-aviões que deve ser construído também em parceria com a França. O plano prevê a aquisição de 120 caças.
O projeto de defesa deve padronizar a frota de caças do país e guarnecer um futuro porta-aviões que deve ser construído também em parceria com a França.
Em nossa opinião…
Essa decisão unilateral da presidência, desprezando o relatório técnico da Aeronáutica, só poderia ser tomada prestando ampla satisfação à opinião pública, que é quem paga a conta. Tudo indica que o caça sueco, além de ser muito mais barato, e ter o menor custo por hora de vôo, é o que traz maior transferência de tecnologia, sendo fabricado aqui. Ficaríamos até capacitados a exportá-lo futuramente. Se existem “razões maiores de Estado” para essa estranha decisão, que elas nos sejam explicadas. Tudo indica que as razões são políticas, a compra da boa vontade da França para a obsessão da atual gestão do Itamaraty com o cargo permanente no Conselho de Segurança da ONU, sonho irrealista que está custando muito caro ao nosso país.



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O governo federal anunciou ontem (12/01) a liberação de verbas na ordem de 1 bilhão de reais para o programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, exclusivamente para municípios com menos de 50 mil habitantes.
A grande maioria dos homens brasileiros (76%) afirma ter conhecimento sobre o exame de toque retal para detectar o câncer da próstata, mas apenas 32% já o fizeram. Já o exame sanguíneo da dosagem de PSA já foi realizado por 47% dos homens, mesmo sendo o conhecimento por tal exame de 54% dos homens brasileiros. Estes são alguns dos dados apontados na pesquisa inédita do Datafolha “Saúde masculina: o homem e o câncer de próstata”, encomendada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), com o apoio da AstraZeneca, e divulgada no Dia Nacional de Combate ao Câncer de Próstata (17/11). O levantamento foi feito com 1.061 homens com idades entre 40 e 70 anos, de 10 capitais brasileiras (Belo Horizonte, Belém, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo) e Distrito Federal, no período de 2 a 7 de outubro de 2009.


